Sabe quando alguĂ©m fala que videogame âfaz malâ? EntĂŁo⊠a ciĂȘncia jĂĄ mostrou que nĂŁo Ă© bem assim. VĂĄrios estudos sĂ©rios indicam que os jogos eletrĂŽnicos podem melhorar saĂșde mental, funçÔes cognitivas, vida social e atĂ© ajudar em tratamentos mĂ©dicos.
Hoje o celular Ă© praticamente uma extensĂŁo da nossa mĂŁo. A gente acorda com ele, trabalha com ele, conversa com amigos, se informa, se diverte e, muitas vezes, vai dormir olhando para a tela. O problema nĂŁo Ă© usar o celular â o problema Ă© usar sem perceber o impacto que isso tem no corpo.
Hoje em dia o celular faz parte de tudo. A gente usa pra trabalhar, conversar, se distrair, aprender e até relaxar. O problema começa quando o uso deixa de ser consciente e vira automåtico. Quando isso acontece, o tempo vai embora e fica aquela sensação estranha de cansaço, mesmo sem ter feito muita coisa.
(sem drama, sem academia lotada e sem desculpa impossĂvel)
Se tem uma frase que todo mundo jĂĄ disse alguma vez na vida Ă©:
âEu atĂ© queria me exercitar, mas nĂŁo tenho tempo.â
E, vamos ser justos, isso nĂŁo Ă© sĂł desculpa. A rotina pesa mesmo. Trabalho, estudo, casa, famĂlia, celular, cansaço⊠quando sobra um tempinho, a vontade Ă© sentar e desligar o cĂ©rebro.
Mas aqui vai uma verdade importante:
o problema quase nunca Ă© falta de tempo â Ă© falta de hĂĄbito.
Se vocĂȘ estĂĄ hĂĄ um tempo sem se exercitar, Ă© normal sentir um certo receio de começar. Muita gente atĂ© quer se mexer mais, mas trava sĂł de pensar em dor, cansaço extremo ou aquele sentimento de âisso nĂŁo Ă© pra mimâ.
A boa notĂcia Ă© simples: exercĂcio nĂŁo precisa doer para funcionar. Na verdade, quando vocĂȘ estĂĄ começando, o melhor caminho Ă© exatamente o oposto â movimentos leves, respeitando o corpo e criando confiança aos poucos.